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Tuesday, January 8, 2019

Londres, Do Jeito Que Eu Vi


Primeiro post do ano e eu escolhi publicar algumas fotos de Londres. Nenhum tema específico, mas nesses lugares tão lindos as coisas mais despretensiosas podem viram boas fotos (além de boas lembranças).

As portas das residências, sozinhas, já poderiam render um post inteiro.



Muitas vezes a gente passa por uma série de imóveis geminados, iguais. O único elemento diferente é a porta de entrada, onde os moradores deixam toda sua personalidade bem evidente. As próximas fotos foram tiradas em sequência na Manchester St. e, apesar da base ser a mesma, cada entrada tem sua própria expressão.




As fachadas comerciais também são um charme. Lindos os letreiros e a quantidade de flores que a maioria delas exibe (impecáveis apesar do calor).







Falando em flores, Abbey Road estava absolutamente linda. Fui para ver o famoso estúdio, mas os jardins foram um bônus do passeio.



Em Greenwich a câmera mal parou desligada. Começamos pelo parque, visitamos o Observatório Real e fomos descendo a colina até o Museu Marítimo.


Adorei ver o meridiano de Greenwich. Eu sei, é só uma linha no chão, mas achei empolgante.


Este é o Shepherd Gate Clock, que fica do lado de fora do observatório. Foi o primeiro relógio a mostrar a hora de Greenwich ao público, e é interessante também por ter um mostrador com 24 horas, ao invés das habituais 12 horas.


Fomos ao Greenwich Market mas também circulamos muito pelas lojas de fora do mercado...




... onde finalmente paramos para almoçar, super tarde. Entramos nesse lugar por acaso, mas depois fui ver que era super bem cotado. Funciona desde 1890. Não serviam Fish & Chips, mas os tradicionais Pie & Mash (tortinhas individuais, de vários sabores, acompanhadas de purê e molho). Tudo muito bem servido e com um preço bem camarada.

O lugar era bem simples, mas gostei, achei autêntico.



Uma coisa que adoro é prestar atenção nas placas, principalmente se forem antigas.




Essas eu fotografei em outros lugares, gostei das fontes, da diagramação. Tem mais alguém aí que presta atenção nessas coisas?


Os bares geralmente têm essa prateleira estreita na fachada. No happy hour esses lugares ficam insanamente lotados e o pessoal do lado de fora, na calçada, tem onde apoiar seus copos e garrafas.



Ruazinhas escondidas em todo lugar.



Esse pub era vizinho ao hotel, bem em frente ao Hyde Park. A gente passava em frente dele o tempo todo, mas mesmo assim ele sempre me chamava a atenção. Tirei a foto no último dia.


Acho que já está na hora de terminar o post, não? Já excluí várias fotos porque achei que estava ficando longo demais. Espero que ao menos tenha sido interessante! Feliz 2019!

Saturday, December 15, 2018

Portobello Market


Nem acredito que minha última postagem foi há quase um mês! Não tenho tido tempo para fotografar em casa, como era a minha intenção. Mas hoje revi algumas fotos que tiramos em um passeio por Notting Hill e decidi compartilhar.


A primeira coisa que salta aos olhos nessa região, tanto nos trechos comerciais quanto nos residenciais, é o colorido das fachadas. Combine isso com plantas muito bem cuidadas (trepadeiras e vasos pendentes, principalmente) e você verá um verdadeiro paraíso para fotos.






É lá que fica o famoso Portobello Market, anunciado como o maior mercado de antiguidades do mundo. Mas, apesar de várias placas divulgando antiguidades e produtos vintage, uma grande parcela dos comerciantes vendiam produtos fabricados em massa, sem nada de curadoria. A AllSaints é assim, mas a gente perdoa por causa da decoração da loja, cheia de máquinas de costura antigas que já adornam as vitrines, mas ficam muito mais impressionantes do lado de dentro. Não tenho idéia de quantas são. Dezenas? Centenas?



Vimos muitos produtos alternativos e bugigangas, mais dignos de uma feira hippie. Mas também existiam algumas pérolas aqui e ali, para quem tiver paciência de procurar - e o dinheiro para pagar por elas.




Acertamos muito no horário e pegamos a feira com pouquíssimo movimento. Pra mim duas horas são mais que suficientes para visitar o mercado, mas também vale a pena sair dessa parte comercial e caminhar por outros pontos do bairro, que é um charme. 

Pra finalizar, paramos em um dos inúmeros restaurantes do local para comer um Fish&Chips,  mantendo o clima londrino. Divino.



Tenham um ótimo final de semana!

Thursday, August 30, 2018

Hyde Park

Todos os hotéis que reservamos foram ótimos, mas a gente tinha uma expectativa especial sobre a nossa estadia em Londres porque escolhemos um hotel bem em frente ao Hyde Park. É o maior parque na região central da cidade e acho justo dizer que ele está para Londres assim como o Central Park está para Nova York.

Apesar do Central Park levar vantagem em relação à área (3km²), ainda assim o Hyde Park é imenso (1,4km²). Não seria exagero gastar um dia inteiro lá, desfrutando de tantas coisas que ele oferece - principalmente se tiver alguma apresentação acontecendo no dia.

A nossa entrada mais próxima para o parque era em Lancaster Gate, chegando nessa área dos Italian Gardens:


Ele data de 1536 e começou como área de caça de Henrique VIII, depois dele tirar as terras da Abadia de Westminster. O acesso livre ao público só começou em 1637. O nome do parque vem de hide, uma unidade de medida entre 0,24 e 0,49km², que era a área original do parque.

Hoje conta com um estrutura considerável, com restaurantes, cafés, monumentos, clube de tênis (me deu inveja ver o pessoal jogando), boliche e até cavalos para passeios ou hipismo (mais inveja!).

Gastamos um tempão lá, entre esquilos pra lá de atrevidos e esses pássaros parecidos com maitacas que vinham comer sem medo na nossa mão. No começo eu não tinha nada para dar para elas, mas elas vinham conferir mesmo assim:



Esse é um dos 90 medalhões que marcam um trajeto de 7 milhas em homenagem à Princesa Diana, passando por uma série de lugares associados à vida dela.


Café charmosíssimo do parque, ainda na área dos Italian Gardens. Adoro essa mistura de plantas, mas muitas a gente nem encontra por aqui. 


Eu sou louca por oliveiras (à esquerda). Gosto do formato das folhas, do tronco, do verde levemente prateado. Nunca vi tantas oliveiras em uma viagem só. Dúzias, onde quer que a gente fosse. Preciso arrumar um espaço para trazer uma dessas pra casa.





As fotos aqui são só de uma simples travessia que fizemos, saindo do Museu de História Natural e voltando para o nosso hotel, lá pelas 19h-20h (anoitecia bem tarde!). A gente já tinha feito mil coisas e poderia ter voltado muito mais rapidamente de metrô, mas... como deixar uma caminhada dessa pra trás?

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