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Wednesday, April 17, 2019

Notre Dame de Paris


A Notre Dame, pra mim, é o lugar mais especial de Paris. O coração da cidade, o marco zero de onde todas as distâncias são medidas. Quase mil anos e história! Conversei muito sobre isso alguns meses atrás, quando tirei essa foto. Não sabia que hoje seria uma recordação tão importante. 

Nossas caminhadas nos levaram para lá várias vezes e encerramos nosso último dia na cidade em volta dela, nas pequenas ruas, olhando os livros e gravuras dos bouquinistes e, por fim, tomando café em uma mesinha na calçada do Odette, com vista direta para a Notre Dame. Não sei se os choux eram tão bons quanto me lembro ou se a vista deixou tudo mais gostoso:


Fiquei muito triste na segunda-feira (dia do incêndio) mas, apesar de tudo, a tragédia poderia ser pior. O grande órgão foi salvo, o altar está intacto, as relíquias, a estátua de Nossa Senhora, a rosácea. A Notre Dame está de pé e vai ser reparada. E vai continuar sendo meu lugar preferido de Paris, sempre. 

Tuesday, January 8, 2019

Londres, Do Jeito Que Eu Vi


Primeiro post do ano e eu escolhi publicar algumas fotos de Londres. Nenhum tema específico, mas nesses lugares tão lindos as coisas mais despretensiosas podem viram boas fotos (além de boas lembranças).

As portas das residências, sozinhas, já poderiam render um post inteiro.



Muitas vezes a gente passa por uma série de imóveis geminados, iguais. O único elemento diferente é a porta de entrada, onde os moradores deixam toda sua personalidade bem evidente. As próximas fotos foram tiradas em sequência na Manchester St. e, apesar da base ser a mesma, cada entrada tem sua própria expressão.




As fachadas comerciais também são um charme. Lindos os letreiros e a quantidade de flores que a maioria delas exibe (impecáveis apesar do calor).







Falando em flores, Abbey Road estava absolutamente linda. Fui para ver o famoso estúdio, mas os jardins foram um bônus do passeio.



Em Greenwich a câmera mal parou desligada. Começamos pelo parque, visitamos o Observatório Real e fomos descendo a colina até o Museu Marítimo.


Adorei ver o meridiano de Greenwich. Eu sei, é só uma linha no chão, mas achei empolgante.


Este é o Shepherd Gate Clock, que fica do lado de fora do observatório. Foi o primeiro relógio a mostrar a hora de Greenwich ao público, e é interessante também por ter um mostrador com 24 horas, ao invés das habituais 12 horas.


Fomos ao Greenwich Market mas também circulamos muito pelas lojas de fora do mercado...




... onde finalmente paramos para almoçar, super tarde. Entramos nesse lugar por acaso, mas depois fui ver que era super bem cotado. Funciona desde 1890. Não serviam Fish & Chips, mas os tradicionais Pie & Mash (tortinhas individuais, de vários sabores, acompanhadas de purê e molho). Tudo muito bem servido e com um preço bem camarada.

O lugar era bem simples, mas gostei, achei autêntico.



Uma coisa que adoro é prestar atenção nas placas, principalmente se forem antigas.




Essas eu fotografei em outros lugares, gostei das fontes, da diagramação. Tem mais alguém aí que presta atenção nessas coisas?


Os bares geralmente têm essa prateleira estreita na fachada. No happy hour esses lugares ficam insanamente lotados e o pessoal do lado de fora, na calçada, tem onde apoiar seus copos e garrafas.



Ruazinhas escondidas em todo lugar.



Esse pub era vizinho ao hotel, bem em frente ao Hyde Park. A gente passava em frente dele o tempo todo, mas mesmo assim ele sempre me chamava a atenção. Tirei a foto no último dia.


Acho que já está na hora de terminar o post, não? Já excluí várias fotos porque achei que estava ficando longo demais. Espero que ao menos tenha sido interessante! Feliz 2019!

Saturday, December 15, 2018

Portobello Market


Nem acredito que minha última postagem foi há quase um mês! Não tenho tido tempo para fotografar em casa, como era a minha intenção. Mas hoje revi algumas fotos que tiramos em um passeio por Notting Hill e decidi compartilhar.


A primeira coisa que salta aos olhos nessa região, tanto nos trechos comerciais quanto nos residenciais, é o colorido das fachadas. Combine isso com plantas muito bem cuidadas (trepadeiras e vasos pendentes, principalmente) e você verá um verdadeiro paraíso para fotos.






É lá que fica o famoso Portobello Market, anunciado como o maior mercado de antiguidades do mundo. Mas, apesar de várias placas divulgando antiguidades e produtos vintage, uma grande parcela dos comerciantes vendiam produtos fabricados em massa, sem nada de curadoria. A AllSaints é assim, mas a gente perdoa por causa da decoração da loja, cheia de máquinas de costura antigas que já adornam as vitrines, mas ficam muito mais impressionantes do lado de dentro. Não tenho idéia de quantas são. Dezenas? Centenas?



Vimos muitos produtos alternativos e bugigangas, mais dignos de uma feira hippie. Mas também existiam algumas pérolas aqui e ali, para quem tiver paciência de procurar - e o dinheiro para pagar por elas.




Acertamos muito no horário e pegamos a feira com pouquíssimo movimento. Pra mim duas horas são mais que suficientes para visitar o mercado, mas também vale a pena sair dessa parte comercial e caminhar por outros pontos do bairro, que é um charme. 

Pra finalizar, paramos em um dos inúmeros restaurantes do local para comer um Fish&Chips,  mantendo o clima londrino. Divino.



Tenham um ótimo final de semana!

Wednesday, October 17, 2018

La Felicità - Paris


Meu marido achou esse lugar totalmente por acaso na nossa viagem, só porque o supermercado estava fechado e ele continuou andando mais um pouco para ver se encontrava outro comércio aberto no bairro. 

O La Felicità parece uma grande praça de alimentação (de altíssimo nível), com vários balcões de atendimento, sendo que cada um tem uma especialidade diferente. Como o movimento era grande, desses de formar fila até para entrar, resolvemos chegar cedo, mas nem assim foi fácil arrumar um lugar pra sentar (são 1000 assentos disponíveis).  


Infelizmente as fotos não são as melhores porque o lugar estava cheio demais. Impossível fotografar bem ou tentar pegar imagens mais amplas. Mas acho que dá pra ter uma idéia de como é! Eles têm ambientes externos e internos. Em frente à porta de entrada ficam esses dois vagões formando um "corredor" central.

Um dos vagões é usado como enoteca. As lousas ajudam a indicar onde fica cada cozinha (a gente também recebe um mapa quando entra, mas logo pega o jeito). 



Do lado de fora ficam as pizzas e as carnes, já que o preparo envolve fumaça; do lado de dentro, hambúrgueres, paninis, massas, aperitivos, sorvetes, cervejas, cafés, cocktail bar e... com certeza ainda estou esquecendo de citar algumas coisas. 

Esta vista fica logo na entrada, à esquerda. O cocktail bar é de longe o maior ponto focal do restaurante e fica visível da rua também. Um belo chamariz! Em primeiro plano, no canto direito, o balcão de aperitivos. 



Muito verde lá dentro, o ambiente fica muito gostoso!


Depois de passar pelos vagões a gente chega nas mesas perto da cafeteria. Um dos ambientes mais bonitos, na minha opinião!





O cliente é quem vai até o balcão e faz o pedido, não tem garçons. Tudo self-service. Por isso eles têm essas estantes espalhadas por todo o restaurante com todos os itens que a gente possa precisar: copos extras, guardanapos, azeites e pimenteiros, além de servirem de apoio para os funcionários também. 




Passando por este balcão a gente logo acha a escada para o mezanino...


...recheado de livros e algumas mesas de jogos (vi que famílias com crianças se concentravam em peso nesse espaço). 





E a vista lá de baixo também é bem bacana!




O preço é bom - mas não faça a conversão para o Real - e as porções são muito, muito bem servidas.

O hamburguer mais simples era, na verdade, duplo. E gigantesco!

O site do restaurante é este aqui. E deixo também o mapa que a gente recebe na entrada, com um menu básico (tem mais opções em cada balcão, mas dá uma boa idéia):


Espero que tenham gostado! Boa semana!

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